Sziasztok _bem-vindos à hungria

fevereiro 26, 2009 § Deixe um comentário

Bem-vindos. A primeira coisa a saber é que o idioma húngaro é um padrão complexo envolvendo muitos S’s e Z’s. Da mesma forma, penso eu, que o português é um padrão complexo envolvendo todas as outras letras do alfabeto. Eis mais uma língua que nunca vou aprender direito – o português e seu acordo novo, digo, porque quanto ao magiar (húngaro, para os entendidos) acho eu que não vai ser mais um problema. Chega-me a infomação de que Chico – que se fosse húngaro de verdade se chamaria Moreira, ou Guedes, porque teria seu sobrenome vindo antes do nome, fundou um bunker nos cafundós da Hungria, o Hungaromania, cujo valor e empenho é dos mais glorificáveis. Se tudo correr estranhamente bem, em pouco tempo estarei arranhando os ésses e os zês que é uma beleza. E isso, cidadão-médio, é para poucos – ou pelo menos somente para as seletas 14 milhões de pessoas que utilizam o código magyar pelo mundo.

A hungaromania de Chico, além de suas traduções de textos de escritores desconhecidos na Selva (relembre aquiaqui), tem um pouco de sua incursão nas reentrâncias dessa anasalada cultura. Um bom exemplo é a taoada hipnótica de três beibes magyares: Herczku Ágnes, Bognár Szilvia e Szalóki Ági – em tradução livre: a galeguinha, a moreninha e a ruivinha. Abaixo:

Abraço fraterno,
N. Márcio

SOBRE O GRANDE NARIZ: “Temos o hábito de lhe chamar penca, batata, corneta e tromba. Todos eles se referem ao nariz, ‘aquela coisa que tens a meio da cara e que te permite cheirar o ar limpo e quente e que produz montes de ranho’. Ali, somos convidados a entrar num nariz gigante para ver de forma ampliada os vasos sanguíneos, os pêlos e a sua própria forma. E até o espirro quis marcar presença neste módulo. Espirramos quando algo nos provoca comichão no interior do nariz e, naquele caso, os visitantes parecem fazer muita comichão, uma vez que é simulado um espirro mesmo quando estamos lá dentro e, com o vento, somos convidados a partir para outro módulo. O espirro sai disparado do nariz a uma velocidade de 160 km/h e esta é a razão pela qual não conseguimos manter os olhos abertos quando espirramos.” (informação desnecessária do jornal O Amador, que meteu o nariz aqui sem ser chamado)

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