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	<title>Querido Bunker,</title>
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		<title>Querido Bunker,</title>
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		<title>the charque side of the moon</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 00:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mnazian</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ → Evolução de um álbum que ainda não havia sido realmente finalizado, sendo só agora destacado seu verdadeiro espírito do Norte, o techonobrega. Se antes era um disco bom para dar sono, agora tem ao menos serventia para dançar agarradinho com a pequena.
O charque em questão é uma gíria muito popular no Pará, onde não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2357&subd=queridobunker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="size-full wp-image-2358  alignleft" src="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/11/charque-side-of-the-bunker1.jpg?w=160&#038;h=160" alt="" width="160" height="160" /> <em>→ </em>Evolução de um álbum que ainda não havia sido realmente finalizado, sendo só agora destacado seu verdadeiro espírito do Norte, o techonobrega. Se antes era um disco bom para dar sono, agora tem ao menos serventia para dançar agarradinho com a pequena.</p>
<p>O <em>charque </em>em questão é uma gíria muito popular no Pará, onde não se pode dizer a uma cozinheira que gostaria de comer a charque dela sem que isso a ofenda seriamente – conforme explicou amigo que por lá se esbaldou.</p>
<p>O link para download, <a href="http://discotecanacional.blogspot.com/search/label/The%20Charque%20side%20of%20the%20moon" target="_blank">aqui.</a></p>
<p><a href="http://discotecanacional.blogspot.com/search/label/The%20Charque%20side%20of%20the%20moon" target="_blank"></a>Abraço fraterno,<br />
Márcio N.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/queridobunker.wordpress.com/2357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/queridobunker.wordpress.com/2357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/queridobunker.wordpress.com/2357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/queridobunker.wordpress.com/2357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/queridobunker.wordpress.com/2357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/queridobunker.wordpress.com/2357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/queridobunker.wordpress.com/2357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/queridobunker.wordpress.com/2357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/queridobunker.wordpress.com/2357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/queridobunker.wordpress.com/2357/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2357&subd=queridobunker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Bú!</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 16:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mnazian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gatos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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Constatação da última semana: parece que o halloween foi mesmo incorporado ao ciclo de fuleiragens do brasileiro. Porém, mais assustador que o dos americanos é o nosso, uma vez que confundido com Carnaval, vira pretexto para tirar a fantasia mofada do armário. Ou então para sair do armário por completo, como foi o caso do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2336&subd=queridobunker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignnone size-full wp-image-2337" src="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/11/motoqueirofantasmabunker.jpg?w=500&#038;h=406" alt="" width="500" height="406" /></p>
<p>Constatação da última semana: parece que o halloween foi mesmo incorporado ao ciclo de fuleiragens do brasileiro. Porém, mais assustador que o dos americanos é o nosso, uma vez que confundido com Carnaval, vira pretexto para tirar a fantasia mofada do armário. Ou então para sair do armário por completo, como foi o caso do grupo de oito ou nove rapazotes que achou uma boa ideia usar de traje fraldas geriátricas – o que, refletindo assim por alto, é nada mal se você considerar a fila do banheiro (ou péssimo, se você considerar o desespero do seu avô diante do furto). Outra fantasia, essa em cima da hora, foi a do amigo que comprou o uniforme de um frentista por trinta reais direto com o fornecedor &#8211; no posto de gasolina e a caminho do evento. O frentista, na ocasião de vender as próprias roupas, fosse talvez um dos que usavam fraldas, mas aí beirando o digno: por razões de necessidade. O halloween é um carnaval pobre. Um carnaval de terceiro mundo, eu diria. Mas, com apelo interessante, tornou-se boa propaganda para bares. Um deles em específico, freqüentado por cocainômanos em momento de profundo desespero pessoal, e com um atendimento tão deplorável quanto merecem os clientes, ao que parece organiza o halloween mais movimentado de Natal – o do Gringo&#8217;s. O segredo do sucesso é ser esse o lugar mais apropriado para uma festa que tem por tema a cultura do pânico – sentimento recorrente em mim sempre que ponho os pés no estabelecimento, vide regra em momentos de profundo desespero pessoal. Pelo que eu pude precisar, havia entre uma dúzia e três mil pessoas aglomeradas em uma praça, todas sem saber absolutamente o que fazer senão reproduzir um espírito carnavalesco forjado. Exemplo: uma enfermeira forjada rebola fogosa pela rua e autêntico Don Juan, devidamente calibrado, solta gracejo de dar inveja a Camões: &#8220;enfermeira, cuida deste coração sofrido&#8221;; ou talvez, chamego mais incisivo: &#8220;estou de pau duro, ma cherie&#8221;; o que provavelmente surtiria efeito melhor com a dama. Ano que vem, se tudo der muito errado e a moda vingar, repito a minha fantasia, que é de Deus, imagem e semelhança do homem &#8211; raridade nesses tempos de fraldões à mostra. A bem da justiça, hei de fincar, portanto, minha bandeira nas firmes tradições do Nordeste (quiçá desse brasilzão todo): nada como uma seresta da boa, o halloween da vida real, onde o que dá mais medo é a banguela da mesa ao lado sorrindo para você. Isso sim, é autêntico.</p>
<p>Abraço fraterno,<br />
Márcio N.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/queridobunker.wordpress.com/2336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/queridobunker.wordpress.com/2336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/queridobunker.wordpress.com/2336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/queridobunker.wordpress.com/2336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/queridobunker.wordpress.com/2336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/queridobunker.wordpress.com/2336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/queridobunker.wordpress.com/2336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/queridobunker.wordpress.com/2336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/queridobunker.wordpress.com/2336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/queridobunker.wordpress.com/2336/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2336&subd=queridobunker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Retiro</title>
		<link>http://queridobunker.wordpress.com/2009/10/15/retirante/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 22:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mnazian</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A propriedade da minha família ficava perto de um açude que quase nunca estava cheio. De modo que, na maior parte do tempo, a propriedade da minha familia ficava perto de um buraco. Quando o buraco enchia de água, eu gostava de nadar nele. Eu, os meus irmãos e as minhas irmãs. O meu pai e a minha mãe gostavam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2303&subd=queridobunker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>A propriedade da minha família ficava perto de um açude que quase nunca estava cheio. De modo que, na maior parte do tempo, a propriedade da minha familia ficava perto de um buraco. Quando o buraco enchia de água, eu gostava de nadar nele. Eu, os meus irmãos e as minhas irmãs. O meu pai e a minha mãe gostavam de ficar sentados em uma pedra na beira do açude. O meu pai às vezes nadava com a gente. A minha mãe nunca nadou, porque ela nunca aprendeu a nadar. Então ela ficava séria, olhando. Ela sempre estava séria e sempre estava olhando. A minha mãe era muito velha para ser a minha mãe. Era magra, e séria. Tinha a pele rachada feito as rugas que tem na terra. Quando a minha mãe ficava triste, ela chorava. Eu gostava de olhar para as rugas se enchendo de água e imaginar que eram rios, era bonito. Os primeiros rios que eu vi de perto foram os rios que eu vi de longe do alto das rugas da minha mãe. Onde a gente morava, quase não tinha água. Quando chovia, tinha. Mas a água ia toda para o açude e depois o açude secava. Um dia o rio da minha mãe também secou. Ela ficou triste e não chorou, e nunca mais chorou. A minha mãe só riu uma vez na vida dela. Eu vi quando foi. Ela gostava de olhar pra gente quando a gente brincava. Eu gostava de brincar com meus irmãos, minhas irmãs, meu carrinho e com o cachorro. O cachorro gostava de brincar comigo, meus irmão e minhas irmãs; mas gostava mais de brincar com as coisas que ele achava, como: galhos secos, lagartixas, caroços, galinhas e ossos. Um dia, olhando pra gente, a minha mãe riu. Ela riu, eu vi, ninguém mais viu. Ela tem poucos dentes, eu vi. No quintal da terra da gente, embaixo de uma árvore, é o lugar para onde vai todo mundo que morre. Um dia o cachorro fez um buraco embaixo da árvore e achou um osso. Depois, o cachorro também morreu foi enterrado embaixo da árvore com o dono do osso que ele pegou. O mundo é engraçado, às vezes. O padre disse que o cachorro, meu tio e Dona Fátima estão no céu. Eu sei que não, porque eu sei que eles estão embaixo da árvore igual a todo mundo. Quando eu morrer eu não quero ir para o céu. Quero ir morar embaixo da árvore pra brincar com o cachorro e ouvir Dona Fátima falar. Dona Fátima falava o tempo todo. Ela contava histórias que eu sempre prestava atenção no começo e depois não. Ela ficava mexendo a boca e eu ficava pensando em outra coisa. Um dia pensei que Dona Fátima era muito vermelha, igual ao galo que a gente tinha. Ela tinha pelancas embaixo do pescoço, igual ao galo que a gente tinha. Dona Fátima parecia muito com o galo que a gente tinha. Mas o galo só falava de manhã cedo, e Dona Fátima falava o dia inteiro. Um dia o meu tio disse que não gostava de Dona Fátima porque ela falava muito. O meu tio não gosta dela, mas agora está com ela. Eu gosto dela mais do que gosto dele e menos do que eu gosto de Maria, a minha irmã pequena. Maria tinha a barriga grande e redonda e ficava sempre em pé do lado da minha mãe. Ela não gostava de ficar do lado do meu pai por causa do cachimbo que o meu pai fumava. Uma vez eu fumei o cachimbo do meu pai. O cachimbo tinha o mesmo gosto do cheiro, ruim. Não sei porque o meu pai gostava dele. Mas ele gostava. O cachimbo do meu pai era de madeira e tinha um nome escrito nele: Manuel. O nome do meu pai é Francisco. Manuel era o nome do antigo dono do cachimbo. Depois, virou o nome do cachimbo. O cachimbo era a coisa que o meu pai mais gostava na terra. Eu sei disso porque uma vez eu escondi o cachimbo, e ele ficou nervoso. Quando o meu pai ficava nervoso era estranho. Ele andava de um jeito estranho, dizia coisas estranhas e fazia coisas estranhas. Naquele dia, ele fez uma das coisas mais estranhas da terra: um cachimbo. O cachimbo que o meu pai fez era um cano tampado de um lado e aberto do outro. Não ficou bom, eu disse, ele concordou. Outras coisas estranhas que o meu pai fazia: jogar baralho sozinho, pintar pedras de colorido, conversar com o cachorro, caçar. Eu gostava de sair para caçar com ele, era bonito. A gente andava guardando o barulho e depois a espingarda soltava o barulho todo de uma vez. Atirávamos em avoetes, rapousas, preás, cutias, anuns, carcarás, tatus. O meu pai falava mais com o cachorro do que falava comigo. Eu falava mais com o meu pai do que falava com o cachorro. O cachorro não falava com ninguém, porque não sabia falar. Falar com o meu pai era uma coisa estranha que eu fazia, estranho como meu pai quando fala com o cachorro. Assim eram as caçadas. O cachorro, o meu pai e eu. Depois das caçadas a minha mãe servia as avoetes no jantar. Como tinha muito osso, eu não gostava. Como tinha muita avoete no osso, o cachorro não gostava. Mas comer, ele comia, embaixo da mesa, em cima dos meus pés. Fazia cócegas. Um dia o meu pai ficou nervoso quando me viu dar a avoete para o cachorro. Bateu na mesa, disse um palavrão e acendeu o cachimbo. Quando meu pai batia na mesa, eu ficava nervoso pouco. Nervoso muito, só fiquei uma vez na vida. Foi quando meu irmão bateu em Maria. Eu bati nele, o meu pai bateu na gente, e tudo se resolveu. O nome do meu irmão era Pedro. Ele tinha o rosto enferrujado, era triste, por isso. A gente achava a ferrugem engraçada. Uma vez ele quis tirar a ferrugem com sabugo de milho, que esfregou, esfregou. Não deu certo. A cara dele ficou arranhada e vermelha. Vermelha igual ao galo que a gente tinha, vermelha igual era Dona Fátima. Sarda não sai, a minha mãe disse, sarda era a ferrugem na pele. Ficou com vergonha o meu irmão, e corou. Abriu a boca vermelha, e vermelho foi o choro que ele chorou. A minha irmã gostava de rir, por isso ela riu. Foi nessa hora que o meu irmão bateu na minha irmã. Depois aconteceu o que aconteceu, e tudo se resolveu. Naquele dia a minha irmã apanhou uma vez, foi do meu irmão. Eu apanhei uma vez, foi do meu pai. Mas o meu irmão apanhou três vezes: de mim, do meu pai e do sabugo de milho. O meu pai apanhou nenhuma vez, porque nunca apanhou. Eu tinha pena do meu irmão, às vezes. Igual a tinha pena de Maria, que era pequena. Para Maria que era pequena, o mundo era grande. Mas o mundo vira pequeno, quando Maria é grande. Era por isso que o meu pai era nervoso e a minha minha mãe era séria. O mundo deles encolheu, virou o mundo mais apertado da terra.</p>
<p> (fazendo&#8230;)</p>
<p>- dilúvio, pangéia, placas tectônicas, ilhotas &#8211; alto da igreja, casebres, vacas nadando, sapos. piadas da Lagoa &#8211; sapinho.</p>
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		<title>Piriguete na webcam</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 17:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mnazian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[jazz]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ou por onde anda Chaves, o mexicano, depois da operação de mudança de sexo.

Abraço fraterno,
Márcio N.
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2299&subd=queridobunker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Ou por onde anda Chaves, o mexicano, depois da operação de mudança de sexo.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://queridobunker.wordpress.com/2009/10/10/gatinha-na-webcam/"><img src="http://img.youtube.com/vi/PnsB7xRHFh4/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Abraço fraterno,<br />
Márcio N.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/queridobunker.wordpress.com/2299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/queridobunker.wordpress.com/2299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/queridobunker.wordpress.com/2299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/queridobunker.wordpress.com/2299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/queridobunker.wordpress.com/2299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/queridobunker.wordpress.com/2299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/queridobunker.wordpress.com/2299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/queridobunker.wordpress.com/2299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/queridobunker.wordpress.com/2299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/queridobunker.wordpress.com/2299/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2299&subd=queridobunker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Cachalote</title>
		<link>http://queridobunker.wordpress.com/2009/10/03/cachalote/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 19:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mnazian</dc:creator>
				<category><![CDATA[auto-ajuda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://queridobunker.wordpress.com/?p=2289</guid>
		<description><![CDATA[
Abraço fraterno,
Márcio N.
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2289&subd=queridobunker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignnone size-full wp-image-2288" src="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/10/cachalotebunker1.jpg?w=500&#038;h=662" alt="" width="500" height="662" /></p>
<p>Abraço fraterno,<br />
Márcio N.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/queridobunker.wordpress.com/2289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/queridobunker.wordpress.com/2289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/queridobunker.wordpress.com/2289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/queridobunker.wordpress.com/2289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/queridobunker.wordpress.com/2289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/queridobunker.wordpress.com/2289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/queridobunker.wordpress.com/2289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/queridobunker.wordpress.com/2289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/queridobunker.wordpress.com/2289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/queridobunker.wordpress.com/2289/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2289&subd=queridobunker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>A obra do Moura</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 06:52:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mnazian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos primeiros contos que escrevi, sete anos atrás.
Abraço fraterno,
Márcio N.

A obra do Moura
Márcio Nazianzeno

Até hoje, as pessoas ainda não sabem ao certo o que levou o Moura a construir seu próprio túmulo. Mas, como narrador e coadjuvante, posso lhe contar em primeira mão o ocorrido. Em meu ofício, procuro conhecer bem os clientes antes [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2273&subd=queridobunker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Um dos primeiros contos que escrevi, sete anos atrás.</p>
<p>Abraço fraterno,<br />
Márcio N.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:center;"><strong>A obra do Moura</strong><br />
Márcio Nazianzeno</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2294" src="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/10/arranjo-funebre-moura-neg.jpg?w=180&#038;h=180" alt="" width="180" height="180" /></p>
<p style="text-align:left;">Até hoje, as pessoas ainda não sabem ao certo o que levou o Moura a construir seu próprio túmulo. Mas, como narrador e coadjuvante, posso lhe contar em primeira mão o ocorrido. Em meu ofício, procuro conhecer bem os clientes antes de atendê-los; um tributo pessoal, que faço, simplesmente, para o alívio da minha consciência.</p>
<p style="text-align:left;">Moura era um homem taciturno, que levava no rosto a marca de 66 anos que poderiam ter sido e não foram. Sem filhos, dedicava seu tempo ao Sebo da Praça, onde era proprietário e administrador. Nunca foi de estender as conversas com os clientes, mas os tratava bem, falando sempre que necessário. Geralmente apontava um <em>t</em><em>here</em> enrolado para indicar onde estava aquele LP original dos Mutantes que o gringo procurava. O Sebo da Praça, que tinha esse nome nem eu mesmo sei bem por que, ficava em uma avenida movimentada. A boa localização do ponto, aliada à diversidade de títulos raros, compusera uma boa fama ao lugar. Alguns transeuntes entravam na loja pelo simples entusiasmo de ver de perto as figuras excêntricas que freqüentavam a casa: pseudo-filósofos, universitários, cults, menininhas místicas, escritores, colecionadores, inúteis em geral&#8230; era, por assim chamar, um reduto de pessoas inseguras que encontravam na erudição a chave para compreender problemas existenciais estilo livros de auto-ajuda.</p>
<p style="text-align:left;">Em um dia qualquer, Moura teve interrompida a sua leitura diária do Aurélio para ouvir um marxista mencionar algo sobre uma placa publicitária que havia em frente ao sebo, e que até então era invisível. <em>Esse outdoor é a gota d&#8217;água.</em> Interagia o marxista, insatisfeito como sempre e dando ares de que iniciaria dali um discurso engajado, anti-consumo. Moura se levantou da cadeira e foi à porta para entender do que o homem falava. Era melhor ver o outdoor ele mesmo do que gastar os tímpanos com as divagações do cliente. Nunca foi de dedicar muita fé a publicidade, ou a um marxista, principalmente depois que se feriu gravemente com um absorvente masculino anunciado no Pasquim.</p>
<p style="text-align:left;">Quem é vivo um dia aparece. Aproveite agora, em 24x<br />
Cemitério Parque Morada da Paz.</p>
<p style="text-align:left;">Visualmente, era ainda mais terrível. Havia, no centro, um homem caminhando entre pirâmides. Essa imagem produziu insights na mente do Moura, seguindo a seguinte seqüência: pirâmides &#8211; Oriente Médio &#8211; turbante &#8211; tantra &#8211; tela escura &#8211; múmia atraente &#8211; tela escura &#8211; cigarro &#8211; café. O que o levou à nona xícara daquela manhã. Enquanto soprava o café, um hábito antigo que tinha o intuito de preservar a integridade de sua língua, pensava no significado do anúncio que, apesar de mal diagramado, tinha uma boa sacada, levando a uma rara reflexão: A morte, assim como o descontrole intestinal que segue uma feijoada, era sua única certeza. Investir em um negócio garantido não lhe parecia má idéia, mas o aterrorizava considerar mais seriamente o inevitável fim. Cairia nas entranhas do esquecimento em pouco mais de um mês (ou uma semana, o que viesse primeiro). Getúlio, ao sair da vida, entrou para a História, mas e o Moura? Sairia com uma mão na frente e outra atrás. Não possuía filhos, nunca plantou uma árvore nem escreveu um livro, nunca realizou um grande feito, nada. E o Sebo da Praça, nesses tempos, já não passava de ponto de encontro de decadentes. Até aquele momento, a posteridade estava fora dos planos do Moura.</p>
<p style="text-align:left;">Pensa, arrota&#8230; Pensa. Um memorial. Era isso que ele precisava. O velho Moura teria o melhor túmulo que um defunto poderia receber. Quando as pessoas olhassem para sua lápide, pensariam: <em>Aí está um grande sujeito</em>. E sua alma riria baixinho (para não assustar) da peça que pregara.</p>
<p style="text-align:left;">Uns quinze dias se passaram para que nosso homem decidisse investir na obra. Para entrar na história, mesmo como figurante de cemitério, era preciso dedicação. Após uma vida de decepções, chegava agora o seu momento. Nem mesmo o Papa teria um túmulo tão sofisticado. Revestido em granito, com capelinha, ambientação estudada por arquiteto, estatueta na entrada, música ambiente, tudo nos conformes para a eternidade. Além de tudo, era um homem prevenido, e, ante a possibilidade de ser enterrado vivo por uma trapalhada qualquer, teria um dispositivo para sair do caixão, e, como segurança nunca é demais, havia um bolso com uma caneta e algumas edições de palavras-cruzadas que lhe ajudariam a passar o tempo caso o dispositivo não funcionasse. E assim, mergulhado em planos, Moura prosseguia com empenho. Na hora do almoço, sempre arrumava um tempinho para dar uma passada no cemitério a fim de acompanhar o trabalho dos pedreiros, incrementando novas ideias sempre que possível. Um dia, cismou que queria instalar um cuco para berrar seu nome a cada hora, mas, advertido pela administração do cemitério, acabou por desistir da idéia. Era um empreendedor.</p>
<p style="text-align:left;">Lembro-me bem do dia que me viu bem de longe no cemitério, toda de preto. <em>Lá está ela, a velha, só na espreita&#8230; sai pra lá, aquieta o facho disgramada</em>. Brincou, pensando que minha imagem se tratasse de um devaneio qualquer. Sempre que tinha tempo, entre uma atividade e outra, eu me empenhava em estudar meu próximo cliente. Moura era um homem taciturno, que levava no rosto a marca dos 66 anos que poderiam ter sido e não foram. Sem filhos, dedicava seu tempo ao&#8230; ah, eu já disse isso, e, reavaliando, vejo que posso fazer uma breve correção. O nosso homem não era mais triste. Agora seu rosto transpirava satisfação, reluzindo vida. Moura estava feliz como nunca, fiquei até triste ao constatar isso (melhor trabalhar para infelizes, assim meu serviço é mui mais útil). Ainda na décima sétima prestação do terreno, sua obra já passava pela fase de acabamento. Parecia até que adivinhava.</p>
<p style="text-align:left;">Em fim de tarde e como de costume saiu da loja para ir ao cemitério. Neblinava uma chuva que de tão leve e fina parecia neve, era o grande dia, e tudo estava pronto. Havia uma escada, deixada para que ele conferisse o revestimento especial aplicado na cobertura da capelinha. Ao subir na escada, Moura tremia de tanto entusiasmo. Estava tão radiante que eu quase cedi, mas quem cedeu primeiro foi a escada, deslizando sobre o mármore molhado e lançando o Moura ao solo com violência tal que o chão desabrocharia como uma flor para que ele descesse direto para o inferno. Dei meu sopro no ouvido do Moura. Nos décimos de segundo que antecederam o impacto, Moura sentia a minha presença. <em>A danada</em>, pensou, assistindo ao manjado flashback da vida, desde o nascimento até a despedida sem grandes curvas na trajetória. Filosofou, descobrindo o significado da da vida. <em>Em matéria de mim mesmo..</em>. E interrompi o pensamento daquele nobre homem pela metade. Calei-o, de forma que continuasse sendo o velho Moura, que entrou para a história.</p>
<p style="text-align:center;">***</p>
</blockquote>
<p style="text-align:left;">Depois eu soube que já existiu aqui em Natal um Moura com um sebo no centro. Coincidência.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/queridobunker.wordpress.com/2273/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/queridobunker.wordpress.com/2273/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/queridobunker.wordpress.com/2273/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/queridobunker.wordpress.com/2273/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/queridobunker.wordpress.com/2273/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/queridobunker.wordpress.com/2273/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/queridobunker.wordpress.com/2273/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/queridobunker.wordpress.com/2273/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/queridobunker.wordpress.com/2273/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/queridobunker.wordpress.com/2273/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2273&subd=queridobunker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Gripe da Fruta</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 00:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mnazian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[auto-ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fica aí minha contribuição com a medicina.
Abraço fraterno,
Márcio N.
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2265&subd=queridobunker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:left;"><img class="alignnone size-full wp-image-2266" src="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/09/gripecarmenmiranda.jpg?w=500&#038;h=566" alt="" width="500" height="566" /></p>
<p>Fica aí minha contribuição com a medicina.</p>
<p>Abraço fraterno,<br />
Márcio N.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/queridobunker.wordpress.com/2265/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/queridobunker.wordpress.com/2265/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/queridobunker.wordpress.com/2265/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/queridobunker.wordpress.com/2265/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/queridobunker.wordpress.com/2265/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/queridobunker.wordpress.com/2265/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/queridobunker.wordpress.com/2265/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/queridobunker.wordpress.com/2265/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/queridobunker.wordpress.com/2265/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/queridobunker.wordpress.com/2265/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2265&subd=queridobunker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Felton Pond Eshwin Shwan _mp3</title>
		<link>http://queridobunker.wordpress.com/2009/09/16/fpes/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 04:25:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mnazian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>

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		<description><![CDATA[
→ Banda de pedreirície incólume e que já na capa do disco mostra total desapego à frescura. Cada faixa comentada, bem como link para teletransporte do emepetrês, a seguir.
Botão direito / Salvar como.
01. She is a funk genious
Faixa introdutória, não é das melhores – pode deixar essa por último.
02. The flip side of the moon
Pop não-canastrão experimentando efeitos de computador [a banda parecia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2230&subd=queridobunker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:left;"><img class="size-full wp-image-2229   alignleft" src="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/09/feltonpondeshwinshwanbunker.jpg?w=250&#038;h=243" alt="" width="250" height="243" /></p>
<p style="text-align:left;">→ Banda de pedreirície incólume e que já na capa do <a href="http://www.bunnyhuangrecords.net/felton.html" target="_blank">disco</a> mostra total desapego à frescura. Cada faixa comentada, bem como link para teletransporte do emepetrês, a seguir.</p>
<p style="text-align:left;">Botão direito / Salvar como.</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.bunnyhuangrecords.net/mp3/felton_pond/funkgenius.mp3" target="_blank">01. She is a funk genious</a></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.bunnyhuangrecords.net/mp3/felton_pond/funkgenius.mp3" target="_blank"></a>Faixa introdutória, não é das melhores – pode deixar essa por último.</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.bunnyhuangrecords.net/mp3/felton_pond/funkgenius.mp3" target="_blank"></a><a href="http://www.bunnyhuangrecords.net/mp3/felton_pond/flipsideofthemoon.mp3" target="_blank">02. The flip side of the moon</a></p>
<p style="text-align:left;">Pop não-canastrão experimentando efeitos de computador [a banda parecia bem empolgada com isso].</p>
<p><a href="http://www.bunnyhuangrecords.net/mp3/felton_pond/wintertime.mp3" target="_blank">03. It&#8217;s wintertime</a></p>
<p>Faixa atmosférica com ecos e chiados, tem algo de &#8220;rain&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.bunnyhuangrecords.net/mp3/felton_pond/wintertime.mp3" target="_blank"></a><a href="http://www.bunnyhuangrecords.net/mp3/felton_pond/insideyourbody.mp3">04. Inside your body</a></p>
<p>Essa tem barulhos legais e claras influências loser.</p>
<p><a href="http://www.bunnyhuangrecords.net/mp3/felton_pond/insideyourbody.mp3"></a><a href="http://www.bunnyhuangrecords.net/mp3/felton_pond/karate_chop.mp3" target="_blank">05. Karate chop</a></p>
<p>A mais roquemrou, e de acordo com crítico musical argentino amigo meu, parece macumba.</p>
<p><a href="http://www.bunnyhuangrecords.net/mp3/felton_pond/karate_chop.mp3" target="_blank"></a><a href="http://www.bunnyhuangrecords.net/mp3/felton_pond/yoursofucking.mp3" target="_blank">06. Your so fucking beautiful</a></p>
<p>Faixa marginal para ouvir muito bêbado. Ou tomando um sorvete, se você preferir.</p>
<p style="text-align:left;"><span style="text-decoration:underline;"><img class="alignnone size-full wp-image-2236" src="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/09/leotecladorme.jpg?w=500&#038;h=204" alt="" width="500" height="204" /></span></p>
<p style="text-align:left;">Abraço fraterno,<br />
Márcio N.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/queridobunker.wordpress.com/2230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/queridobunker.wordpress.com/2230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/queridobunker.wordpress.com/2230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/queridobunker.wordpress.com/2230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/queridobunker.wordpress.com/2230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/queridobunker.wordpress.com/2230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/queridobunker.wordpress.com/2230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/queridobunker.wordpress.com/2230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/queridobunker.wordpress.com/2230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/queridobunker.wordpress.com/2230/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2230&subd=queridobunker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Jesus Christ Pornostar</title>
		<link>http://queridobunker.wordpress.com/2009/09/14/jesuspornostar/</link>
		<comments>http://queridobunker.wordpress.com/2009/09/14/jesuspornostar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 03:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mnazian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>
		<category><![CDATA[pornografia]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Composição com imagens do ato da criação, clique na figura para ver maior.
[culture trash]
Abraço fraterno,
Márcio N.
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2199&subd=queridobunker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/09/jesus-porno.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2198" src="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/09/jesuspornopb.jpg?w=500&#038;h=619" alt="" width="500" height="619" /></a></p>
<p>Composição com imagens do ato da criação, clique na figura para ver maior.</p>
<p>[<a href="http://culturetrash.tumblr.com" target="_blank">culture trash</a>]</p>
<p>Abraço fraterno,<br />
Márcio N.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/queridobunker.wordpress.com/2199/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/queridobunker.wordpress.com/2199/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/queridobunker.wordpress.com/2199/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/queridobunker.wordpress.com/2199/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/queridobunker.wordpress.com/2199/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/queridobunker.wordpress.com/2199/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/queridobunker.wordpress.com/2199/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/queridobunker.wordpress.com/2199/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/queridobunker.wordpress.com/2199/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/queridobunker.wordpress.com/2199/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2199&subd=queridobunker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>sobre sono (e derivações)</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 18:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mnazian</dc:creator>
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01. Dormir é uma das experiências mais estranhas que alguém pode ter. É como se, provisoriamente, você morresse – essa, outra experiência bastante estranha, razoavelmente definitiva e perfeitamente adiável. Isso não diz muita coisa, mas ao menos ajuda a entender porque o hálito de uma pessoa que acabou de acordar tem cheiro de bicho morto.
02. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2196&subd=queridobunker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignnone size-full wp-image-2207" src="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/09/sono01.jpg?w=500&#038;h=355" alt="" width="500" height="355" /></p>
<p>01. Dormir é uma das experiências mais estranhas que alguém pode ter. É como se, provisoriamente, você morresse – essa, outra experiência bastante estranha, razoavelmente definitiva e perfeitamente adiável. Isso não diz muita coisa, mas ao menos ajuda a entender porque o hálito de uma pessoa que acabou de acordar tem cheiro de bicho morto.</p>
<p>02. Você passa 1/3 da vida dormindo quando 3/4 da Terra são cobertos por água. É porque ao dormir as pessoas mergulham nas profundezas de um abismo no fundo do mar. Se duvida, observe bem a evidência deixada no seu travesseiro depois de um sono daqueles. Você pode achar que babou, mas foi só o seu sono que não se enxugou direito.</p>
<p><img class="alignright" src="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/09/sono02.jpg?w=160&#038;h=224" alt="" width="160" height="224" />03. Salvos sonhos particularmente estranhos, muitos sonhos são bem batidos: nudez pública, flutuar no ar, perder um dente, faltar a um exame, perseguições, queda livre etc. De vez em quando alguém tenta interpretar esses sonhos. O único sentido que eu consigo ver nesses plots que vivem se repetindo é que em algum lugar do subconsciente se esconde um roteirista sofrendo de bloqueio.</p>
<p>04. Naquele instante em que, adormecendo, você tem uma sensação de desequilíbrio e salta da cama com um reflexo ágil, não se assuste, criança: era só o seu corpo caindo de sono.</p>
<p><a href="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/09/sono02.jpg"></a>05. Li em algum lugar que uma noite em claro tem os mesmos efeitos no cérebro que uma dose de uísque. Ao me permitir o trabalho noites adentro, sem dormir por dois ou três dias, seria de se considerar a possibilidade de trabalhar bebericando uísque ou cerveja. Algo a se reivindicar, um dia&#8230;</p>
<p>06. Nada é mais inconveniente que um despertador. É como um general gritando ao seu ouvido todo dia de manhã cedo. Talvez, mais inconveniente que um despertador, só se você for mulher e se casar com um militar. Aí, vale a pena comprar um despertador dos bons, só para acordar primeiro que o capitão.</p>
<p>07. Quando passo muito tempo sem dormir tenho dor de cabeça, que é o mesmo efeito quando passo muito tempo sem me alimentar. Já aconteceu de comer para passar o sono e dormir para matar a fome, o que, obviamente, de nada adiantou. Isso pode ser muito perigoso, principalmente se o sujeito adormecer público comendo moela com farofa &#8211; desgraça essa que graças a deus nunca me ocorreu.</p>
<p><img class="size-full wp-image-2214   alignright" src="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/09/sonhos08.jpg?w=160&#038;h=253" alt="" width="160" height="253" /></p>
<p>08. É curioso como na época em que eu dormia umas doze horas por dia, os dias ainda conseguiam ser mais longos do que são hoje. A rotina faz você levar o dia no modo automático, num estado muito parecido com o do sonambulismo. Hoje, apesar de quase nunca dormir, mais raro ainda é estar acordado de fato.</p>
<p>09. Quando dormir vira um privilégio, está na hora de você rever o seu estilo de vida. Ou, hipótese mais acessível, na hora de rever o seu colchão. (O meu, espero rever em breve. Vou dar um abraço nele e só soltar de manhã cedo.)</p>
<p>10. Quem quiser agitar as coisas com um pesadelozinho, sugiro NICTIN 20mg antes de dormir. Na bula desse adesivo de nicotina tem um item que desperta especial atenção: “este produto pode causar sonhos perturbadores”. De fato, acordei algumas noites apavorado com ele. Seria bastante útil se inventassem adesivos com a química certa para gerar sonhos bons. Você escolheria o gênero: aventurescos, cômicos, românticos, sensuais etc. O de horror já existe, mas só para fumantes.</p>
<p>11. Homens sentem sono depois do sexo, enquanto as mulheres ficam mais dispostas. A natureza é tão esperta que encosta o homem como um eletrônico em stand-by após o uso. Já a mulher ganha energia extra para preparar o desjejum do marido que dorme. Ou, não raro, para virar o desjejum do vizinho.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2210" src="http://queridobunker.files.wordpress.com/2009/09/sono03.jpg?w=500&#038;h=267" alt="" width="500" height="267" /></p>
<p>Essa conversa toda já desviou por demais o assunto, e o melhor a fazer é ir embora levando consigo as melhores impressões &#8211; a exemplo do sujeito na onírica imagem de <a href="http://www.yanagimiwa.net/e/index.html" target="_blank">Yanagi</a>, uma fotógrafa do Japão. Que o assunto lhes tenha pesado nos olhos e rendido bons bocejos. Bons sonhos. E durmam cedo.</p>
<p>Abraço fraterno,<br />
Márcio N.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/queridobunker.wordpress.com/2196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/queridobunker.wordpress.com/2196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/queridobunker.wordpress.com/2196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/queridobunker.wordpress.com/2196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/queridobunker.wordpress.com/2196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/queridobunker.wordpress.com/2196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/queridobunker.wordpress.com/2196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/queridobunker.wordpress.com/2196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/queridobunker.wordpress.com/2196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/queridobunker.wordpress.com/2196/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queridobunker.wordpress.com&blog=3987467&post=2196&subd=queridobunker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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