Dezembro 2, 2008...6:44 pm

Lenda reavivada + notas

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Venho por meio desta informar que este bunker, abrigo afetuoso criado para protegê-los de intempéries diversas – sobretudo a chuva de merda que assola nossos dias – vem enfrentando sérios problemas de espaço. Algumas notas breves em um só artigo, portanto:

LENDAS I

Ontem de noite uma mãozinha cadavérica me acenou lá do fundo do juízo, era mais uma lenda natalense.  Essa, ao invés de apelos do sobrenatural cedia espaço a um perigo pé-no-chão: quando no início dos anos 1990 o Playcenter esteve em Natal espalhou-se a notícia de que assaltos estavam sendo cometidos pelo “Homem da Cobra” no brinquedo conhecido como ”Casa do Terror” – era assim chamada aquela modalidade de trem-fantasma sem trem, onde você caminhava a pé num escuso labirinto habitado por monstros, caveiras, múmias, fantasmas, corpos esquartejados etc. Na ocasião em que lá estive, era criança, perguntei amedrontado a uma caveira sobre os assaltos – não tinha perigo, ela disse, que eu podia ficar tranqüilo. Depois, soltou um gemido e desapareceu na escuridão. Esta história incluirei no rol das lendas natalenses, dois artigos abaixo.

LENDAS II

Algumas informações foram questionadas no artigo das lendas. Por exemplo: o caso das balas sam’s pertencia na verdade às balas Vamelle; ou o Diabo da Lambada usaria um sobretudo e não um terno -uma incongruência que colocaria sua sabida elegância à prova. Não mudarei, portanto, uma virgula sequer. Que boato cada um faz o seu.

SHOWBUSINESS, CELEBRIDADES ETC

Conversava com Levino sobre o desgosto que senti em ver Mallu Magalhães, limpinha e saudável, emaranhada nas barbas de M. Camelo. Então, profetizou: disse a mim que o próximo casal seria Rodrigo Amarante e a apresentadora-mirim Maísa. Peraê, isso não é lá coisa que se comente, rapaz. Como não valia a pena abrir um artigo para falar da vida alheia, bastou só abrir um parênteses nesse.

AO INFINITO E ALÉM

Muito boa essa imagem lançada no blogue de Levino, que me pagou uma boa quantia para ter seu nome citado aqui duas vezes.

Até a próxima.

Abraço fraterno,
Márcio N.

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